Coluna Vertebral

Todo mundo tem consciência de sua importância e dos problemas que seu disfuncionamento acarreta. “É dela que tudo parte e é para ela que tudo volta” (R. Perrin).

Ela precisa permanentemente fazer uma composição entre essas três funções:

  • Proteção da medula;
  • Grande mobilidade;
  • Convergência das forças;

a fim de conservar melhor sua integridade.

As curvaturas fisiológicas, para reagir de forma econômica à gravidade, estão, na posição de pé, em perpétua modificação em função das atitudes e dos gestos.

Os paravertebrais profundos estão em atividade permanente:

  • Para manter o equilíbrio;
  • Para repartir de melhor forma as pressões sobre o tripé, os discos e as articulações facetárias posteriores;
  • Para controlar a mobilidade;
  • Para enrijecer o conjunto favorecendo o apoio.

O autocrescimento, com a redução das curvaturas irá necessitar de:

  • Flexibilidade: a coluna estando então em seu maior comprimento;
  • Força: trabalho importante para dos paravertebrais.

Esse trabalho vai ser essencial no Iso Stretching, somente a atividade postural poderá permitir que se conheça “o posicionamento real da coluna no espaço, a qual não corresponde á sesnsação subjetiva”.

A participação dos músculos superficiais à sustentação da atitude corrigida demonstra a ausência de controle dos músculos eretores e diminui a ação destes na participação ao movimento.

Na maioria das posturas, faremos com que a coluna vertebral se alinhe com a pelve, que terá sido previamente colocada em torno do eixo transversal bifemural.

Teremos assim uma melhor repartição das pressões ao nível do tripé vertebral.